lll Seminário Pensa Rio – Desenvolvimento, trabalho e cidadania

Segue abaixo a programação do lll Seminário Pensa Rio – Desenvolvimento, trabalho e cidadania, a realizar-se entre os dias 27 e 29 de abril nas instalaçoes do Instituto Multidisciplinar da UFRRJ.

III Seminário Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania

Auditório do Instituto Multidisciplinar – Campus Nova Iguaçu da UFRRJ28 de abril

27 de abril
17:30-18:00

Mesa de abertura:

– Ricardo Motta Miranda (Reitor da UFRRJ)

18:00-19:30
Mesa -Redonda “Estado e desenvolvimento no Brasil contemporâneo”:
– Antônio José Alves Júnior (UFRRJ/BNDES)
– Cláudio Egler (UFRJ)
– José Ricardo Ramalho (Coordenador Geral do Projeto “Desenvolvimento, Trabalho e Cidadania” – UFRJ

16:00-18:00
Cidadania, diálogo social e desenvolvimento
– Esther Bemerguy (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social – Presidência da República)
– Rogério Rocha (Subsecretário de Desenvolvimento de Nova Iguaçu)
– Arthur Messias (prefeito de Mesquita)
– D. Luciano Bergamin (Bispo de Nova Iguaçu)

18:15 – 20:00
Cultura e desenvolvimento: experiências e potenciais da Baixada Fluminense
– Dudú de Morro Agudo (Movimento Enraizados)
– Valter Filé (UFRRJ)
– Robinson Azeredo  (Jornal Correio da Lavoura)
Homenagem a Ney Alberto Gonçalves de Barros

29 de abril
16:00-18:00
Transformações na estrutura produtiva no mundo do trabalho: desafios e perspectivas
– Adeílson Ribeiro Telles (CUT)
– Padre Juarez Sampaio  (Diocese de Volta Redonda)
– Carlos Erani (FIRJAN – Regional baixada)

18:15 – 20:00
Repensando o tema do desenvolvimento econômico: a relação entre o loco-regional e o global
– Lena Lavinas (UFRJ)
– Georges Flexor  (UFRRJ)
– Alexandre Fortes (UFRRJ)

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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