Encenação da peça da Companhia Marginal, “Qual é a sua cara”

Companhia criada a partir de depoimentos de moradores da Maré, que relataram a memória que guardam da comunidade.  Os atores são todos moradores da Maré, narram suas lembranças.

A entrada é franca e a censura, livre. Datas: 11, 12 e 13 de junho. Horário: às sextas 20h; sábado e domingo 19h. Local: Centro de Artes da Maré, Nova Holanda, Maré, na Rua Bittencourt Sampaio, 181 (essa rua é transversal à Avenida Brasil. entre as passarelas 9 e 10, no sentido Centro – Zona Norte).

Para maiores informações, acesse o site da Companhia, clicando aqui.

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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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