Policiais militares de UPP são acusados de extorsão no Rio

Publicado originalmente em Folha de São Paulo, disponível aqui.

Suspeita de que PMs estão adotando práticas de milícia é apurada

A cúpula da Secretaria da Segurança do Rio investiga denúncias de que policiais militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Borel (zona norte), estão adotando práticas de milícia.

Moradores afirmam que PMs que trabalham na UPP estão tentando dominar centrais clandestinas que distribuem de forma ilegal sinais de internet e de TV a cabo.
Segundo eles, comerciantes em situação irregular têm sido procurados por PMs -geralmente à paisana, de folga, mas armados- para pagar “taxas” em troca da permissão para funcionar.

A exploração de centrais clandestinas e a cobrança de taxas sempre estiveram entre as principais fontes de renda das milícias, formadas em grande parte por policiais militares, civis e bombeiros.

Desde dezembro, seis denúncias foram levadas às corregedorias -cinco à CGU (Corregedoria Geral Unificadas) e à Corregedoria Interna da PM. A UPP do Borel funciona desde junho.

A CGU diz que está investigando denúncias de “extorsão, ligação com traficantes e problemas com armas”, mas não relata o teor delas. “Ainda não temos nada de positivo. Por enquanto são denúncias anônimas”, disse à Folha o corregedor-geral da Secretaria de Segurança, Giuseppe Vitagliano.

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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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