Festival Globale Rio

Período de realização de festival internacional de cinema sobre globalização muda para 18 a 26 de novembro. Inscrições encerram no dia 31 de julho

Uma recente parceria com o Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF) ampliou a rede de associados do globale Rio e alterou a data de início do festival. Estimado primeiramente para o final de agosto, o globale Rio agora terá sua abertura no dia 18 de novembro, na sala de cinema do CCJF. A programação – recheada de filmes e debates – seguirá até o encerramento do festival, no dia 26 de novembro. As atrações do globale Rio também acontecerão no Espaço Cinema NossoPonto Cine, em Guadalupe e também em São João de Meriti, em local a ser definido.

INSCRIÇÕES PRORROGADAS

Com o adiamento globale Rio, haverá uma nova chance para os filmes que ainda não foram inscritos no festival: o prazo foi estendido até o dia 31 de julho. O globale Rio possui caráter não-competitivo e não cobra taxa de inscrição. Os interessados devem enviar a ficha de inscrição preenchida junto a uma cópia em DVD do filme finalizado no seguinte endereço: Rua do Riachuelo, 161/ 615 – Centro – CEP 20230-010. Os filmes devem se enquadrar em um dos cinco eixos temáticos:

– Territorialidades, meio ambiente e conflito

– Terrorismo poético

– Cidade global

– Ações midiáticas contra hegemônicas

– Muros e furos

Mais informações sobre o globale Rio 2011, inscrições, eixos temáticos e convocatória, estão no blog oficial do festival:www.festivalglobalerio.blogspot.com ou pelo e-mail globalerio@yahoo.com.br

HISTÓRIA DO GLOBALE

O globale nasceu em Berlim (Alemanha) no ano de 2003, com a proposta de que suas sedes se multiplicassem em outras cidades e países, criando-se assim uma rede. Com isso, o evento se expandiu para as cidades alemãs Leipzig e Mittelhessen. Em 2009, o globale chegou à capital uruguaia Montevidéu e no ano seguinte em Varsóvia, na Polônia. Neste ano, o festival estreia em mais três cidades: Bogotá na Colômbia, La Plata na Argentina, além do Rio de Janeiro.

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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