II Seminário Educação Popular, Movimentos Sociais e Formação de professores – Diálogos entre saberes e experiências brasileiras

O Seminário Educação Popular, Movimentos Sociais e Formação de professores – Diálogos entre saberes e experiências brasileiras, é focado nas reflexões e ações dos Movimentos Sociais, do Campo, da Cidade, Indígena e Negro em relação à educação popular e formação de professores.

Organização

– Núcleo de Pesquisa e Extensão Vozes da Educação: Memória e História das Escolas de São Gonçalo

– Grupo de Pesquisa Práticas de Ensino e Formação de Professores

– Grupo de Pesquisa GEOAGRARIA

– Projeto de Pesquisa “A Lei no. 10.639 e o Ensino da Geografia”

Comissão Organizadora

Profª Drª Catia Antonia da Silva (DGEO/FFP)

Profª Ms. Daniela da Silva Egger (DGEO/FFP)

Prof. Dr. Domingos Nobre (IEAR-UFF)

Prof. Elaine Ferreira Rezende de Oliveira (DEHIS-FFP)

Profª. Drª. Márcia Alvarenga (DEDU/FFP)

Prof ª. Drª Maria Isaura Rodrigues Pinto (DELET-FFP)

Prof. Dr. Paulo Alentejano (DGEO/FFP)

Prof. Dr. Renato Emerson dos Santos (DGEO/FFP)

Prof. Ms. Valter do Carmo Cruz (DGEO/FFP)

Inscrições

Para realizar a inscrição, envie um e-mail para inscricoesepms@yahoo.com.br, informando Nome Completo, Município, Instituição e Cargo/Vínculo.

A inscrição no Evento é gratuita!

Serão conferidos certificados para os participantes do evento.

Para maiores informações, acesse o site do evento, clicando aqui.

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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