Oficina de Teatro Jornal: uma resposta Estética a Invasão do Cérebro

Estão abertas, até o dia 16/09, as inscrições para a última Oficina de Teatro-Jornal do ano.

Uma oportunidade de vivenciar a transformação de textos jornalísticos em cenas teatrais, analisando a invasão do cérebro na atualidade através de algumas das técnicas.

Teatro Jornal foi uma resposta estética à censura imposta no Brasil no início dos anos 70. Nesse conjunto de técnicas, encena-se o que se perdeu nas entrelinhas das notícias censuradas, revelando-se assim, informações distorcidas pelos jornais.

Nossas mentes são invadidas diariamente pela mídia, por  imagens, palavras e sons que pretendem suspender nosso senso crítico, imobilizando-nos. Jornais, Revistas, Rádios, Tvs e Sítios na internet não são imparciais. A versão que escutamos, vemos e lemos é sempre o ponto de vista do patrocinador de cada uma delas.

A proposta da oficina é fazer um percurso por algumas técnicas de Teatro Jornal,  analisar sua utilização na discussão das notícias que são veiculadas nos meios de comunicação, expondo as manipulações e desmistificando a aparente imparcialidade, exercitando assim nosso cérebro e corpo para uma re-leitura dessas notícias, estimulando a criação de uma nova estética, a favor dos oprimidos.

No final do processo haverá  apresentação pública de uma cena produzida durante a oficina.

Data: 16, 17 e 18 de setembro  .

Hora: de 19h as 22 h (sexta-feira) e de 10:00h as 18:00 h (sábado e domingo)

Local: Centro de Teatro do Oprimido – Av. Mem de Sá, 31 – Lapa 

Informações e Inscrições: Claudia Simone claudiasimone@ctorio.org.br e  Monique Rodrigues moniquerodrigues@ctorio.org.br

TEL.: (21) – 2232-5826 / 2215-0503

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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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