Novo site adicionado – Núcleo de Pesquisas sobre Desenvolvimento Sócio-Espacial (NuPeD)

O Núcleo de Pesquisas sobre Desenvolvimento Sócio-Espacial (NuPeD), vinculado ao Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi criado em 1995 pelo Prof. Dr. Marcelo Lopes de Souza. Dele fazem parte pesquisadores interessados em conhecer melhor a natureza dos desafios contemporâneos da produção do espaço social, buscando sempre integrar o saber técnico-científico com o saber popular.

O NuPeD se ocupa tanto da pesquisa básica (tentando colaborar para compreender a realidade sócio-espacial) quanto da pesquisa aplicada (procurando cooperar diretamente com agentes sociais em prol da solução de problemas). Em ambos os casos, o NuPeD não se propõe a gerar conhecimento pretensamente “neutro”. Pelo contrário: o conhecimento que geramos é assumidamente engajado, porquanto assumidamente crítico perante o status quo sócio-espacial capitalista. O que almejamos, isso sim, é alcançar o maior rigor e o maior realismo possíveis, tendo por princípio não a “imparcialidade”, mas sim a honestidade intelectual. Realismo esse, contudo, que não nos impede de pensar também o virtual e aquilo que só remotamente parece possível (mas que postulamos como desejável), para muito além do existente e do possível “aqui e agora”.

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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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