Trabalhadores Sem Terra realizam ato por justiça e Reforma Agrária no Rio

Publicado originalmente em MST, disponível aqui.

No próximo dia 17 de abril, Dia Nacional da Luta pela Reforma Agrária, será realizado ato na cidade do Rio de Janeiro em frente ao Judiciário, às 10h.

O ato acontece em protesto à impunidade ao que ficou conhecido como Massacre de Eldorado dos Carajás, quando 21 trabalhadores rurais Sem Terra foram assassinados pela Polícia Militar em 1996, no município de Eldorado dos Carajás, no Pará.

Mesmo já tendo passado 16 anos após o massacre, nos autores e mandantes pelo crime continuam soltos. Isso representa a maneira como são tratadas as questões referentes à luta pela terra no Brasil, cujo país tem a segunda maior concentração de propriedade de terra no mundo, em que 1% dos proprietários controla 48% das terras agrícolas.

Por essas questões, trabalhadores rurais do MST se mobilizam em todo o Brasil durante o mês de abril como parte da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, para pressionar o governo Dilma a priorizar a pauta da Reforma Agrária e exigir justiça para os assassinos dos 21 companheiros em Eldorado dos Carajás.

Ato por justiça e em defesa da Reforma Agrária:

Cidade: Rio de Janeiro
Local: Avenida Presidente Antônio Carlos, 114
Dia: 17 de abril (terça-feira)
Hora: 10h

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s