Lançamentos em homenagem à Ana Clara Torres Ribeiro no Corpocidade 3!

Lançamento da revista DOBRA ano 3, número 1 [Grupo de pesquisa Laboratório Urbano – PPG-AU/FAUFBA – coordenadora: Paola Berenstein Jacques]


Publicação semestral do projeto de pesquisa “Experiências metodológicas para a compreensão da complexidade da cidade contemporânea”, PRONEM – [FAPESB/CNPq]. Colaboradores desta edição:  Alessia de Biase, Ana Clara Torres Ribeiro (in memoriam), Cássio Eduardo Viana Hissa, Catia Antonia da Silva , Cibele Saliba Rizek , Edson Miagusko Barros, Ivy Schipper , Jana Lopes, Jean Paul Thibaud, Joana da Silva, João Soares Pena, Luis Perucci,  Rafael Souza, Thiago de Araújo Costa, Paola Berenstein Jacques, Pasqualino Romano Magnavita, Vinicius Carvalho, Washington Luis Lima Drummond.

Lançamento do livro ELOGIO AOS ERRANTES, Salvador, EDUFBA, 2012 [autora: Paola Berenstein Jacques]

O livro pretende ser um elogio da valorização de um tipo de experiência cada vez mais rara nas cidades contemporâneas: a experiência urbana da alteridade. As práticas da errância urbana – ou seja, as experiências erráticas da cidade realizadas pelos errantes citados neste livro – são pensadas como possibilidades de experiência da alteridade urbana. Contrapondo-se a todos os discursos que demonstram destruição ou, até mesmo, expropriação da experiência na cidade contemporânea, este livro pretende afirmar sua sobrevivência, apontando para uma possibilidade de urbanismo mais incorporado.

Lançamento do vídeo Perlenga Cangaço, 15’ [GPMC – Grupo de pesquisa Modernidade e Cultura IPPUR/UFRJ – coordenador: Frederico Guilherme Bandeira de Araujo]

Do Dicionário inexistente de palavras surrupiadas: Perlenga (s.f.) 1 palavrório ruidoso. 2 disputa sem resolução. 3 curta-metragem no qual distintos dizeres-cangaço se interpelam. 4 Folc Jogo de palavras, sons e imagens de caráter desútil.


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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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