Seminário Internacional Modernidade Global e Contestação Social

MODERNIDADE GLOBAL E CONTESTAÇÃO SOCIAL | SEMINÁRIO INTERNACIONAL | Rio de Janeiro, 24-26/05/2012

O Seminário Internacional Global Modernity and Social Contestation tem como objetivo central reunir destacados especialistas internacionais (provenientes da Índia, China, Australia, África do Sul, Moçambique, Egito, Espanha, Alemanha, Estados Unidos, Bolívia, Argentina, além do Brasil) para discutir as interações entre a teoria crítica e as contestações sociais. Desenvolvidos habitualmente como campos de discussão bastante delimitados e paralelos, suas conexões são pontuais e problemáticas. No entanto, ao mesmo tempo em que presenciamos um período de crise global com profundas transformações sociais, ambos os campos vivem um momento de redefinição e o Seminário pretende discutir até que ponto uma maior interação entre eles pode enriquecer e permitir a construção de uma agenda de pesquisa comum, lançando um olhar bidirecional sobre como se podem reunir e renovar essas correntes, identificando proble­mas e gargalos, disjunções e impasses, bem como possíveis conciliações e soluções. Com isso em vista, a definição das mesas do seminário foi cuidadosamente pensada para instigar o debate, tendo em conta a origem dos convidados, suas linhas de pesquisa e os eixos temáticos centrais para o diálogo. O seminário é uma atividade do Núcleo de Estudos de Teoria Social e América Latina (NETSAL) do IESP-UERJ, grupo cadastrado no CNPQ e vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia desta instituição.  Ele espelha alguns dos temas centrais sobre os quais o núcleo vem se debruçando em suas pesquisas, discussões e publicações.

Mais informações aqui.

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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