Milton Santos: Testamento Intelectual – 30/05/2012

Milton Santos: Testamento Intelectual, livro resultado da entrevista concedida ao autor Jesus de Paula Assis com a colaboração de Maria Encarnação Beltrão Sposito, Editora Unesp, São Paulo – 2004, será o centro do debate no próximo dia 30 de maio, quarta-feira a partir das 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.

O geógrafo Milton Santos (1926-2001), professor da Universidade Federal da Bahia até 1964, à qual foi reintegrado em 1995, professor titular (de 1983 até 1996) e emérito (a partir de 1996) da Universidade de São Paulo, ensinou em diversas universidades da Europa, África, América do Norte e do Sul. Entre os assuntos de seu interesse estão a Problemática da urbanização no Terceiro Mundo e a Teoria e metodologia geográficas, temas sobre os quais publicou diversos livros e inúmeros artigos em português, francês, inglês e japonês. Doutor honoris causa por universidades do Brasil, França e Espanha, recebeu, em 1994, o Prêmio Internacional Vautrin Lud, na França, considerado o Prêmio Nobel da área de Geografia.

O livro divide-se em duas partes: Entrevista, na qual Milton deixa sua reflexão sobre uma riqueza de temas do tempo e da Geografia por ele vividos; e Depoimentos sobre a Geografia: testamento intelectual, onde há uma seqüência dos assuntos que gostaria de investigar e desenvolver em livro, oferecendo seu pronunciamento e seu balanço definitivo sobre a transformação e o desenvolvimento de um saber ao qual dedicou inteiramente sua carreira acadêmica e sua vida.

 Expositora

Maria Encarnação Beltrão Sposito

Graduação na UNESP – Campus de Presidente Prudente

Mestrado pela UNESP – Campus de Rio Claro, Doutorado pela USP
Pós-doutorado na Universidade de Paris – Sorbonne (todos os níveis em Geografia)

Professora da UNESP – Campus de Presidente Prudente

Debatedoras

Maria Mónica Arroyo

Graduação em Geografia pela Universidade de Buenos Aires

Mestrado em Integração da América Latina pela USP

Doutorado em Geografia pela USP, Professora da USP

Odette Carvalho de Lima Seabra

Graduação, Mestrado e Doutorado em Geografia pela USP

Livre Docente pela USP

Professora Associada no Departamento de Geografia da USP

Mediador

Antonio Celso Ferreira

Graduação em História – Universidade de Brasília

Mestrado em História Econômica – USP, Doutorado em História Sócial – USP

Professor Titular da UNESP – Campus de Assis, Coordenador do CEDEM/UNESP


 Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br

Data e horário:  30 de maio de 2012 (quarta-feira) às 18h30

Local: CEDEM/UNESP – Praça da Sé, 108 – 1º andar, (metrô Sé) – (11) 3105 – 9903 – 

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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