A Universidade vai à rua

Publicado originalmente em AdUFRJ, disponível aqui.

Mais fotos, disponíveis aqui.

Milhares compuseram marcha unificada das federais do RJ. Ato culminou na Praça XV

Mais de cinco mil pessoas, entre docentes, estudantes e técnico-administrativos em Educação tomaram a Av. Rio Branco, Centro do Rio, no ato conjunto das federais do estado. O Cefet-RJ (em greve desde a semana passada) e a Uerj (que também deflagrou greve docente na última semana) se incorporaram ao ato.

A todo o momento, nas falas políticas, as precárias condições de trabalho e ensino eram lembradas por todos os segmentos universitários. A população foi alertada para o desmonte a que o ensino superior público está submetido; sem verbas, sem plano de carreira adequado a professores e técnicos, sem mínimas estruturas para manter a expansão provocada pelo Programa de Reestruturação das Universidades Federais (Reuni), o que compromete sobremaneira o ensino para milhares de estudantes.

Morte do ensino público

No meio da Rio Branco completamente tomada, a comunidade universitária simbolizou a morte da educação sentando-se no chão. Com palavras de ordem, o movimento gritava a defesa dos 10% do PIB para a Educação Pública, já!.

Universidade na praça

UFRJ, UniRio, UFF e Rural montaram tendas na Praça XV com exposições, aulas públicas sobre aposentadoria e previdência complementar para o servidor, educação pública superior, básica, infantil e de jovens e adultos, exposições de fotografias, prestação de serviços de saúde à população, entre outras atividades.

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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