Debate sobre Memória, Verdade e Justiça – Canecão – 27/08 – 16h

“Para virar a página, antes é preciso lê-la”,  Baltasar Garzón. Por memória, Verdade e Justiça!

O resgate dos fatos ocorridos durante a ditadura civil-militar instaurada em abril de 1964 é um passo fundamental no sentido de restabelecer a memória e a verdade das ações perpetradas pelo Estado brasileiro e pelos algozes dos lutadores e das lutadoras do povo. Mas isso é apenas uma etapa na reunião da força social capaz de pressionar para que a Comissão Nacional da Verdade não se reduza a reunir e sistematizar documentos, mas que vá além, produzindo provas que viabilizem a punição dos torturadores e assassinos que agiram livremente durante a ditadura. É necessário que o governo brasileiro cumpra a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, apurando e punindo os crimes praticados durante o regime. Entretanto, isso só será possível com ampla mobilização política. Com o objetivo de suscitar esse debate e fomentar a constituição de uma Comissão da Verdade nas universidades públicas que apure crimes e punições cometidas contra estudantes, técnicos e professores, a Articulação por Memória, Verdade e Justiça do Rio de Janeiro e os(as) estudantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro que ocupam o Canecão – reivindicando que ele se torne um espaço cultural popular – convidam para o debate:

“Memória, Verdade e Justiça”

Ana Miranda – Coletivo RJ e Mariléa Venanci Porfírio – EPP-DH/UFRJ

Segunda – 27/08 – Canecão – 16h. Entrada franca

 

 

 

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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