II Seminário dos Estudantes de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Estado do Rio de Janeiro

De 17 a 21 de setembro acontece o II Seminário dos Estudantes de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da ANPG e da Fundação Maurício Grabois. O evento, que será realizado no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – IFCS/UFRJ, tem como objetivo principal integrar os pesquisadores da área, possibilitando um intercâmbio.

A atividade contará com quatro mesas redondas e 29 grupos de trabalhos. No primeiro dia do evento, a abertura solene contará com a presença dos coordenadores dos Programas de Pós-Graduação participantes do II SEPOCS-Rio, do presidente do Sindicato dos Sociólogos, Nilton Soares, e do membro da Fundação Maurício Grabois, Carlos Henrique Tibiriçá Miranda.
A mesa redonda de abertura intitulada “Conjunturas e Perspectivas para a Pós-Graduação no Brasil” terá a presença do presidente da ANPOCS, Marcos Costa Lima, do presidente da FAPERJ, Ruy Garcia Marques, e dos diretores da ABCP e ANPG, Carlos Milani e Roberto Nunes, respectivamente.
As mesas redondas abordarão os temas “Conjunturas e Perspectivas para a Pós-Graduação no Brasil”, “Participação política e cenário eleitoral”, “O legado social dos mega eventos no Rio de Janeiro” e “O papel das Ciências Sociais no Brasil do século XXI”.
Segundo Vivian Fonseca, uma das organizadoras do evento, a parte mais rica do seminário estará nos grupos de trabalho. “Será no grupo de trabalho que conseguiremos dialogar com colegas que pesquisam temas relacionados aos nossos”, afirmou Vivian. Os grupos de trabalho contarão com mais de 100 apresentações de pós-graduandos de todo o estado do Rio de Janeiro. Confira abaixo a programação:
Para a programação e outros detalhes, visite o site do II SEPOCS.

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LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

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