CONVOCAÇÃO DO COMITÊ CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA E PERIFÉRICA DE SP

Ao Governo do Estado de SP;

Ao Governo Federal;

À Sociedade Brasileira:

 As redes de familiares de vítimas diretas da violência, as organizações do movimento negro, os movimentos sociais do campo e da cidade, cursinhos comunitários, sindicatos, associações, saraus periféricos, posses de hip-hop, imprensa alternativa, partidos e várias outras entidades representativas da sociedade civil, organizados no COMITÊ DE LUTA CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA E PERIFERIA DE SÃO PAULO, diante da barbárie que vivenciamos em São Paulo, onde, desde de janeiro, mais de mil pessoas foram assassinadas, a grande maioria com evidentes características de execução e, pior, com indícios da ação criminosa de grupos de extermínio compostos por policiais e/ou agentes paramilitares ligados ao estado, exige:

  • Imediata reunião com o Exmo. Sr. Ministro da Justiça, Sr. José Eduardo Martins Cardozo, e sua equipe – especificamente com esta frente ampliada e unificada;
  • Imediata Audiência Pública com a presença do Exmo. Sr. Governador do Estado de São Paulo, Sr. Geraldo Alckmin, e do Exmo. Sr. Ministro da Justiça, Sr. José Eduardo Martins Cardozo;

Convocamos a toda sociedade brasileira, em geral, e a paulista em especial, a denunciar a violência do Estado e gritar por Justiça, Respeito e PAZ às comunidades periféricas, nos seguintes ATOS PÚBLICOS:

20 de Novembro – Marcha da Consciência Negra em SP – Cotas Sim, Genocídio Não, com concentração às 13h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista, na capital paulista

22 de Novembro– Ato Contra o Genocídio, com concentração às 10h, na Praça da Sé – Centro – SP

ASSINAM

COMITÊ CONTRA O GENOCIDIO DA POPULAÇÃO NEGRA E PERIFÉRICA DE SP; ANEL / Dce-Usp; Apropuc-SP; Associação Amparar; Banco Comunitário Nascente (São Carlos-SP); Blog Bola e Arte; Campanha “Eu pareço suspeito?”; Campanha Contra o Genocídio da Juventude Negra; Campanha Contra o Genocídio da Juventude Negra; Campanha Reaja ou Será Mort@ (Bahia); CDH Sapopemba; Cedeca Interlagos; Cedeca Sapopemba; Círculo Palmarino; Coletivo Construção (Diadema); Coletivo Político QUEM; Coletivo Sarau da Casa; Coletivo Zagaia; Coletivo Zulmira Somos Nós; Comitê Popular da Copa; Comunidades Unidas (Itaquera); Construção Coletiva (PUC-SP); Condepe-SP; Contra-Maré.ORG; Cordão da Mentira; CSP Conlutas; Daruê Favela (Jd. Boa Vista); Destrava-São Paulo; Espaço Cultural Latino-Americano (ECLA); Família Rap Nacional; Força Ativa; Fórum Municipal de Hip-Hop; Frente de Lutas da Baixada Santista; FSP/USP; GEPEX-Unifesp Baixada Santista; Grupo Tortura Nunca Mais; Instituto Práxis; Jornal A Nova Demcoracia; Juventude Revolução; Kilombagem; LEAP/UfSCar; Levante Popular (Fortaleza-SP); Levante Popular da Juventude; LPJ; Luta Popular; Mães de Maio; MMRC/CMP; MNDH; MNU; Navozavez (Favela São Remo); Núcleo Akofena (Bahia); Núcleo de Consciência Negra da USP; Núcleo de Consciência Negra da USP; Observatório de Violências Policiais (OVP-SP); Pastoral Carcerária; PCB; Promove Vila Albertina; Psol-Santa Cecília; Quilombo Raça e Classe; Quilombo X(Bahia); Rádio da Juventude (São Vicente); Rádio Várzea; Rede de Comunidades e Movimentos Contra Violência (RJ); Rede de Educação Cidadã; Rede Nacional de Familiares e Amig@s de Vítimas do Estado; Rede Rua; Santos Mártires; Sarau da Ademar; Sarau dos Mesquiteiros; Sarau Elo da Corrente; Sarau Perifatividade; Sindicato dos Advogados de São Paulo; Sindicato dos Metroviários – SP; Sinsprev/SP; Sintusp; SOS Racismo; Tribunal Popular; UMES; UNEAFRO-Brasil; Uneafro-Itaquera; Vírus Planetário

Publicado por

LASTRO

O Laboratório da Conjuntura Social: tecnologia e território, criado em julho de 1996, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem, por principal finalidade, a valorização da ação social e dos estudos de conjuntura na pesquisa urbana, no momento em que a reestruturação econômica, apoiada nos fluxos informacionais e em novas orientações administrativas, altera oportunidades sociais, funções metropolitanas e o teor sócio-cultural da vida coletiva. O LASTRO encontra-se organizado em torno de uma proposta de trabalho eminentemente metodológica e transdisciplinar, que inclui o alcance de passagens analíticas, de difícil execução, entre esferas, níveis e escalas da experiência urbana brasileira. No desvendamento de uma metodologia adequada à análise de conjuntura comprometida com a dinâmica urbana, valoriza-se o ângulo da ação, onde outras opções analíticas privilegiam mudanças técnicas e tendências exclusivamente econômicas. Sem abandonar estes caminhos, o LASTRO adota, como seu norte reflexivo, as mutações no tecido social, manifestas através de alterações em representações coletivas dos contextos urbanos e em disputas de oportunidades de integração social. A ênfase na conjuntura corresponde a objetivos analíticos relacionados aos vínculos entre estrutura e ação, aos determinantes especificamente sociais da experiência urbana, à desinstitucionalização de relações sociais e à apropriação social de recursos materiais, técnicos e culturais condensados nos espaços metropolitanos do país

  1. LIBERDADE AO POVO BRASILEIRO, DE TODAS AS CORES!!!! CHEGA DA IMPOSIÇÃO E DA VIOLÊNCIA DESSE SISTEMA CAPITALISTA EGOÍSTA, INJUSTO E INSUSTENTÁVEL!!! A VIDA É GRATUITA!!!!

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