1° SEMINÁRIO DIÁLOGOS DE UM PENSAMENTO EM MOVIMENTO: Ana Clara Torres Ribeiro

1° SEMINÁRIO DIÁLOGOS DE UM PENSAMENTO EM MOVIMENTO: Ana Clara Torres Ribeiro

Data: entre 10 e 11/06/2015. Mais informações nos próximos dias.

Mesa-Redonda: Ação, técnica e espaço no diálogo (USP): Homenagem a Ana Clara Torres Ribeiro

Vídeo da Mesa-Redonda: Ação, técnica e espaço no diálogo interdisciplinar realizada na USP em 29/04/2014

Ana Clara Torres Ribeiro: Maratona literária (evento itinerante de homenagem em São Paulo)

 

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Ana Clara Torres Ribeiro – Lançamento de livro: Por uma sociologia do presente, 12 /12 /2012, às 19 hrs

convite

Lançamento do livro POR UMA SOCIOLOGIA DO PRESENTE, em homenagem a Profª Ana Clara Torres Ribeiro.
Dia 12.12.2012 às 19 hs
Centro Cultural Laurinda Santos Lobo
R. Monte Alegre 306 – Santa Teresa.
Rio de Janeiro

“Metrópoles: entre o Global e as experiências cotidianas”

Lançamento do livro “Metrópoles: entre o Global e as experiências cotidianas”, com mesa redonda de homenagem à Ana Clara Torres Ribeiro

Programa APQ 3 chega ao milésimo livro – “Metrópoles: entre o Global e as experiências cotidianas”

CONVOCAÇÃO DO COMITÊ CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA E PERIFÉRICA DE SP

Ao Governo do Estado de SP;

Ao Governo Federal;

À Sociedade Brasileira:

 As redes de familiares de vítimas diretas da violência, as organizações do movimento negro, os movimentos sociais do campo e da cidade, cursinhos comunitários, sindicatos, associações, saraus periféricos, posses de hip-hop, imprensa alternativa, partidos e várias outras entidades representativas da sociedade civil, organizados no COMITÊ DE LUTA CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA E PERIFERIA DE SÃO PAULO, diante da barbárie que vivenciamos em São Paulo, onde, desde de janeiro, mais de mil pessoas foram assassinadas, a grande maioria com evidentes características de execução e, pior, com indícios da ação criminosa de grupos de extermínio compostos por policiais e/ou agentes paramilitares ligados ao estado, exige:

  • Imediata reunião com o Exmo. Sr. Ministro da Justiça, Sr. José Eduardo Martins Cardozo, e sua equipe – especificamente com esta frente ampliada e unificada;
  • Imediata Audiência Pública com a presença do Exmo. Sr. Governador do Estado de São Paulo, Sr. Geraldo Alckmin, e do Exmo. Sr. Ministro da Justiça, Sr. José Eduardo Martins Cardozo;

Convocamos a toda sociedade brasileira, em geral, e a paulista em especial, a denunciar a violência do Estado e gritar por Justiça, Respeito e PAZ às comunidades periféricas, nos seguintes ATOS PÚBLICOS:

20 de Novembro – Marcha da Consciência Negra em SP – Cotas Sim, Genocídio Não, com concentração às 13h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista, na capital paulista

22 de Novembro– Ato Contra o Genocídio, com concentração às 10h, na Praça da Sé – Centro – SP

ASSINAM

COMITÊ CONTRA O GENOCIDIO DA POPULAÇÃO NEGRA E PERIFÉRICA DE SP; ANEL / Dce-Usp; Apropuc-SP; Associação Amparar; Banco Comunitário Nascente (São Carlos-SP); Blog Bola e Arte; Campanha “Eu pareço suspeito?”; Campanha Contra o Genocídio da Juventude Negra; Campanha Contra o Genocídio da Juventude Negra; Campanha Reaja ou Será Mort@ (Bahia); CDH Sapopemba; Cedeca Interlagos; Cedeca Sapopemba; Círculo Palmarino; Coletivo Construção (Diadema); Coletivo Político QUEM; Coletivo Sarau da Casa; Coletivo Zagaia; Coletivo Zulmira Somos Nós; Comitê Popular da Copa; Comunidades Unidas (Itaquera); Construção Coletiva (PUC-SP); Condepe-SP; Contra-Maré.ORG; Cordão da Mentira; CSP Conlutas; Daruê Favela (Jd. Boa Vista); Destrava-São Paulo; Espaço Cultural Latino-Americano (ECLA); Família Rap Nacional; Força Ativa; Fórum Municipal de Hip-Hop; Frente de Lutas da Baixada Santista; FSP/USP; GEPEX-Unifesp Baixada Santista; Grupo Tortura Nunca Mais; Instituto Práxis; Jornal A Nova Demcoracia; Juventude Revolução; Kilombagem; LEAP/UfSCar; Levante Popular (Fortaleza-SP); Levante Popular da Juventude; LPJ; Luta Popular; Mães de Maio; MMRC/CMP; MNDH; MNU; Navozavez (Favela São Remo); Núcleo Akofena (Bahia); Núcleo de Consciência Negra da USP; Núcleo de Consciência Negra da USP; Observatório de Violências Policiais (OVP-SP); Pastoral Carcerária; PCB; Promove Vila Albertina; Psol-Santa Cecília; Quilombo Raça e Classe; Quilombo X(Bahia); Rádio da Juventude (São Vicente); Rádio Várzea; Rede de Comunidades e Movimentos Contra Violência (RJ); Rede de Educação Cidadã; Rede Nacional de Familiares e Amig@s de Vítimas do Estado; Rede Rua; Santos Mártires; Sarau da Ademar; Sarau dos Mesquiteiros; Sarau Elo da Corrente; Sarau Perifatividade; Sindicato dos Advogados de São Paulo; Sindicato dos Metroviários – SP; Sinsprev/SP; Sintusp; SOS Racismo; Tribunal Popular; UMES; UNEAFRO-Brasil; Uneafro-Itaquera; Vírus Planetário

EM DEFESA DA UFRJ PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE E TRANSPARENTE

Publicado originalmente em UFRJ, disponível aqui.

A UFRJ foi procurada na última quarta-feira pela produção do programa “Fantástico” da Rede Globo de Televisão para se pronunciar a respeito de três pontos: 1.“relatório da Controladoria Geral da União (CGU) sobre desvios de verba na UFRJ desde 2007”; 2.“segundo o relatório, valores pagos, nos últimos cinco anos, pelo Banco do Brasil à UFRJ não entraram no orçamento da Universidade?” e 3. “o Fantástico visitou o alojamento universitário, o Hospital Universitário Clementino Fraga e o Hospital Escola São Francisco de Assis e registrou o mau estado de conservação dessas três unidades. O que causou essa situação?”

A Universidade refuta qualquer insinuação que tenha havido desvio de recursos públicos e repudia a relação entre as supostas irregularidades com o estado precário de algumas de suas instalações.

Ainda que tenha estranhado o rol das perguntas, a UFRJ respondeu as questões encaminhadas no sábado, 10 de novembro. Desde sexta-feira, 09 de novembro, a emissora iniciou a veiculação de chamadas de cunho sensacionalista.

Na iminência desse tipo de abordagem na matéria atacar a credibilidade de uma das mais importantes instituições de ensino, pesquisa e extensão do país, e Independentemente do conteúdo do que será veiculado no programa de domingo; a UFRJ sente-se no dever de declarar que nada tem a esconder e está – como sempre esteve – aberta à sociedade brasileira para quaisquer esclarecimentos.

Aproveitamos para convidar a todos para a reunião do corpo social da UFRJ, onde a questão será tratada, na segunda-feira, 12 de novembro, às 10 horas, no Salão do Conselho Universitário, Prédio da Reitoria.

Reitoria da UFRJ

Veja a íntegra das respostas ao email da TV Globo

Cidade Universitária, 10 de novembro de 2012

Nota da Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com esclarecimentos à reportagem do programa Fantástico – TV Globo

O Reitor da UFRJ e os dois servidores citados tomaram conhecimento do Relatório da Controladoria Geral da União, em setembro de 2012. Até aqui, o Relatório, que aborda uma questão sobre “eventual desvio de verbas”, mantinha-se em caráter reservado, uma vez que o assunto ainda aguarda decisão das autoridades competentes, de forma que ainda não ocorreu o encerramento do processo na esfera administrativa. Por esta razão, tem-se a obrigação de tratar o seu conteúdo com sensibilidade e toda a cautela.

No tocante ao Banco do Brasil, a universidade celebrou um contrato, em julho de 2007, tendo como objeto os serviços bancários prestados pelo banco à UFRJ, com a interveniência da Fundação Universitária José Bonifácio – FUJB, tradicional fundação de apoio da UFRJ, que teve sua base autorizativa em lei federal, credenciada pelo Conselho Universitário e reconhecida, tanto pelo Ministério da Educação, quanto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. No contexto de suas atribuições legais, coube à fundação de apoio o papel de gerenciar os recursos transferidos pelo Banco do Brasil e utilizá-los integralmente em nome dos interesses da UFRJ. Registre-se que este contrato foi apreciado e aprovado, como determinava a legislação à época, com parecer favorável da área jurídica especializada da universidade.

Na verdade, o que se concretizou através deste contrato foi o aperfeiçoamento institucional de uma parceria que já existia há muito tempo entre o Banco do Brasil e a universidade, onde o banco detinha a exclusividade, a título gratuito, dos serviços prestados à UFRJ, passando então a disponibilizar uma contrapartida financeira à universidade.

A UFRJ foi a primeira Instituição Federal de Ensino Superior que se mobilizou para negociar este tipo de apoio financeiro de instituição prestadora dos seus serviços bancários. Este fato, à época um procedimento inovador, tornou-se hoje mais comum, tendo sido reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, e passando a ser adotado por várias outras entidades, a exemplo dos Governos do Estado de Minas Gerais e do Estado da Paraíba.

A contratação direta das fundações de apoio às universidades federais corresponde a prática absolutamente comum a todas as Instituições Federais de Ensino Superior, havendo total previsão legal, o que não poderia, portanto, ser configurado como “desvio de verbas”. Ressalve-se, ainda, que a Fundação Universitária José Bonifácio – FUJB teve sua criação prevista em lei, está submetida a controle externo, além do próprio controle exercido pela universidade, e só existe para servir a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O referido contrato com o Banco do Brasil permitiu, através do aporte de recursos repassados pelo banco à FUJB, em 05 parcelas anuais, a realização das obras do nosso Restaurante Universitário Central, de inquestionável e relevante função social e, sempre no interesse público da UFRJ, os recursos restantes foram investidos em mais de duzentos eventos acadêmicos, mais de cinquenta intervenções e obras de diferentes tipos e portes necessárias para recuperar parte da infraestrutura física da universidade.

Importante observar que, à época, a UFRJ convivia com dificuldades orçamentárias bastante graves e esses recursos permitiram o atendimento de necessidades urgentes e demandas históricas da universidade.

A decisão de se adotar a interveniência da FUJB para gerenciar a execução dos recursos foi uma decisão colegiada, calcada no postulado constitucional da autonomia universitária e procurou, no espaço dos limites legais, afastar riscos e viabilizar o efetivo uso dos recursos envolvidos, papel principal do gestor público comprometido com a defesa intransigente dos interesses da Administração.

Reitoria

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ

Cidade Universitária, 10 de novembro de 2012

Nota da Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com esclarecimentos à reportagem do programa Fantástico – TV Globo

Esclarecimentos sobre o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – HUCFF, Hospital Escola São Francisco de Assis – HESFA e Residência Estudantil

A falta de investimentos nas universidades federais ao longo da década de 1990 acumulou um passivo de deterioração e degradação da sua infraestrutura. Os recursos orçamentários eram insuficientes para permitir que houvesse uma manutenção adequada do patrimônio imobiliário sob responsabilidade da UFRJ. Esse cenário só começou a mudar recentemente.

Desde 2007, quando foi lançado pelo MEC o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – Reuni, a UFRJ vem sustentando um vigoroso programa de recuperação predial, incluindo intervenções planejadas para a Residência Estudantil, o HUCFF e o HESFA.

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho funciona em um prédio construído há mais de 50 anos, com histórico recente de implosão de parte do edifício (Ala Sul), em dezembro de 2010. A situação a que chegou o hospital refletia justamente a histórica insuficiência de recursos para sua adequada manutenção.

A UFRJ tem se dedicado à recuperação do HUCFF, com aportes orçamentários significativos, que não podem ser ignorados. Apesar das dificuldades conhecidas publicamente, enfrentadas em sua rotina, o HUCFF é o maior hospital do Rio de Janeiro em volume de consultas, principalmente de ambulatórios especializados em alta complexidade. Mensalmente, cerca de 20 mil consultas ambulatoriais são feitas no HUCFF. O hospital possui 15 laboratórios de pesquisa, 40 serviços médicos e 23 programas de atendimento de alta complexidade.

A dificuldade vivenciada pelo HUCFF faz parte de um contexto que atinge todos os hospitais universitários federais e para qual o Governo Federal implementou política específica. Reconhecendo a necessidade de política de fortalecimento dos HUs federais em todos os níveis – orçamentário/financeiro, gestão e recursos humanos -, o Governo Federal publicou em 27 de Janeiro de 2010 o decreto 7082, que trata do Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF).

Desde janeiro de 2012, o HUCFF passa por obras de reparo em quase todos os andares. Alguns reparos estruturais, ansiados há anos por todos que utilizam o hospital, já podem ser vistos como, por exemplo, a reforma do Serviço de Nefrologia.

O Hospital Escola São Francisco de Assis é um edifício histórico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e, como todo imóvel com essas características, apresenta dificuldades e altos custos para realização de reformas e restaurações. Está em curso um conjunto de obras de recuperação parcial de sua estrutura, no valor total de R$ 12,6 milhões de reais.

Sobre Residência Estudantil: A UFRJ está atuando simultaneamente em duas linhas de frente para melhorar os problemas de déficit de moradia: 1) recuperação total do atual prédio, que comporta 504 quartos; e 2) a construção de um novo complexo residencial na Cidade Universitária, com obras já em andamento e recursos provenientes do Reuni. Este complexo integra o projeto de revitalização e humanização da Cidade Universitária, conforme estabelecido em seu Plano Diretor e disponibilizará pelo menos 500 vagas aos alunos dos cursos de graduação.

Em função da greve dos servidores da Educação, no início de 2012, houve atraso no cronograma original de uma licitação agendada para este ano, de reforma geral dos apartamentos da atual Residência Estudantil. A abertura dos envelopes para o processo licitatório será realizada nesta segunda-feira, 12 de novembro. Os recursos destinados à ação somam R$11 milhões e o prazo estimado para conclusão das obras é de 20 meses.

Os valores, na tabela abaixo, referem-se a reformas e obras do HUCFF e do HESFA, bem como à aquisição de equipamentos de alta tecnologia utilizados em exames, cirurgias e consultas, suprimentos de toda a ordem, necessários para a rotina destes hospitais (macas, computadores, medicamentos, materiais cirúrgicos, entre outros). Importante ressaltar as ações destinadas à recuperação de pilares de sustentação do HUCFF – obras que exigem grande intervenção na estrutura e rotina do hospital.

Entre os anos de 2007 e 2012, os créditos orçamentários destinados ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e ao Hospital Escola São Francisco de Assis ultrapassaram R$700 milhões – recursos que se referem a investimentos e custeios, grande parte advinda do REHUF e principalmente do Fundo Nacional de Saúde.

Estes investimentos denotam que a UFRJ não se omite quanto à sua responsabilidade de investir e se preocupar com a estrutura física, os recursos humanos e acadêmicos dos seus hospitais – que os tornam referência nacional e internacional em ensino e pesquisa.

    2012   2011
    UFRJ Outras fontes   UFRJ Outras fontes
HUCFF   10.905.552,89 84.372.446,51   8.242.548,64 86.605.626,96
HESFA   1.083.494,72 9.112.587,17   412.902,00 1.906.308,87
Subtotal   11.989.047,61 93.485.033,68   8.655.450,64 88.511.935,83
             
Total Geral   105.474.081,29   97.167.386,47

    2010   2009
    UFRJ Outras fontes   UFRJ Outras fontes
HUCFF   6.161.531,32 56.981.422,52   4.543.968,08 45.567.765,44
HESFA   94.260,47 884.585,94   183.808,49 1.201.996,56
Subtotal   6.255.791,79 57.866.008,46   4.727.776,57 46.769.762,00
             
Total Geral   64.121.800,25   51.497.538,57

    2008   2007
    UFRJ Outras fontes   UFRJ Outras fontes
HUCFF   149.246,34 30.967.981,10   626.170,65 6.557.027,01
HESFA   152.005,00 455.509,39   180,00 0,00
Subtotal   301.251,34 31.423.490,49   626.350,65 6.557.027,01
             
Total Geral   31.724.741,83   7.183.377,66

   

Total Geral – 2007 a 2012

UFRJ e Outras fontes

 

HUCFF  

341.681.287,46

 

 HESFA  

15.487.638,61

 

Subtotal  

357.168.926,07

 

   
Total Geral  

714.337.852,14

 

Reitoria

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ